
A liberdade é, na sua plenitude, um ente imaterial. Só no plano virtual a podemos expandir em toda a sua extensão. Em pensamento somos totalmente livres. Livres para o melhor e livres para o pior. Para o mais virtuoso acto de amor ou para o mais abjecto acto de crueldade. Quem nunca foi capaz do mais terno desejo e do mais torpe pensamento? Essa é a liberdade que não tem limites, nem molesta ninguém a não ser o próprio.
No espaço físico as coisas não têm essa amplitude. Estamos reduzidos às quatro dimensões que os nossos sentidos identificam. Por isso, obrigados a reduzir a liberdade a esses quatro pontos cardeais. Os limites, esses, estão na nossa consciência e, esta, tem como termo a não violação (sem seu consentimento) do espaço reservado ao próximo.
PS - Post feito a partir de um comentário deixado nas "As três pirâmides".
Concordo com cada palavra que aqui escreveste.
beijos