
Tenho com a dimensão mística um relacionamento verdadeiramente misterioso. Um irracional respeito interior e um desconcertante distanciamento exterior. Não sei se o interior revela uma ânsia de procura e o exterior uma incontida vontade de repulsa pelo desconcerto no plano sensorial. Nunca me dialoguei para resolver esse dilema. Gosto de me apanhar em contradição.
sparta,
num tás a pedir muito, kamarada?